Toxina Botulínica – o que você precisa saber!

Toxina botulínica é a substância produzida pela bactéria Clostidium Botulinum. Esse produto é um complexo proteico de neurotoxina purificada, com alto peso molecular, estabilizada e que vem na apresentação na forma de pó seco.

Ela vem dentro de um frasco estéril embalado a vácuo. As marcas existentes no Brasil de toxina botulínica são as seguintes: Botox®, Dysport®, Xeomin® e Prosigne®. O médico escolhe a marca que está acostumada a trabalhar e possui mais experiência. Todas elas irão proporcionar o mesmo efeito que é o relaxamento/paralisação da musculatura. Dessa maneira, os músculos faciais não conseguirão se contrair e, com isso, não há formação da ruga!

Ela está indicada para as RUGAS DINÂMICAS, que são aquelas provocadas pela contração muscular. As áreas mais comuns da aplicação são as seguintes: testa, glabela e peri-orbitária. O seu efeito dura entre 4 a 6 meses e varia de indivíduo para indivíduo. Após a aplicação, não pode abaixar a cabeça por 4 horas e não massagear a área tratada. Pode ocorrer uma leve dor de cabeça e ficar algum “roxinho” que é facilmente disfarçado com uma base.

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PEELING QUÍMICO – entenda esse procedimento!

O peeling químico consiste na aplicação de um ou mais agentes esfoliantes na pele, resultando na destruição da epiderme e/ou derme, seguida da regeneração dos tecidos epidérmicos ou dérmicos. Essa técnica produz uma lesão PROGRAMADA e CONTROLADA na pele, resultando no seu rejuvenescimento, com redução das lesões ásperas, manchas, rugas e algumas cicatrizes superficiais. Os peelings podem variar do muito superficial ao profundo. Tudo vai depender do tipo de ácido e concentração que será usado, assim como a profundidade da lesão que queremos tratar.  Dentre os agentes mais comuns, podemos citar: Ácido Salicílico, Jessner, Ácido Retinóico, Ácido Mandélico, Ácido Tricoloroacético, Ácido Glícólico,…entre outros!

Antes de realizar este procedimento, você deve consultar o seu médio que prescreverá ativos para PREPARAR a sua pele para a realização do peeling. Esta preparação terá como objetivo melhorar a penetração do agente químico, uniformizar a sua ação e observar seu não há alergias aos agentes químicos.

Durante a fase de PÓS PEELING, não devemos se expor ao sol, usar muito filtro solar, não arrancar as “peles” que irão se soltar, usar regeneradores cutâneos e água termal. O tempo de descamação irá depender do agente utilizado e da sua profundidade.

Seu cabelo está caindo?

Existem vários tipos de quedas de cabelos, mas a mais comum observada no consultório é aquela chamada de EFLÚVIO TELÓGENO. O eflúvio é a perda de cabelos de forma difusa, em todas as porções do couro cabeludo. Pode ser um fenômeno fisiológico ou ocorrer após uma situação de estresse orgânico, num período que varia entre 2 a 4 meses. Tem caráter autolimitado e normalmente com a melhora do quadro há o crescimento de novos fios num prazo médio de seis semanas. Como causas, podemos citar: estresse fisiológico (por exemplo, doença grave, cirurgias recentes, infecções, hemorragias, anestesias, regimes para emagrecimento, deficiências proteicas e/ou de nutrientes fundamentais – zinco, ferro, biotina;  febre alta); pós-parto; uso de medicamentos; distúrbios hormonais. Devemos sempre excluir doenças tireoidianas, renais, hepáticas, diabetes, entre outras doenças sistêmicas graves!

Diante de tantas causas possíveis, o seu médico deve ser consultado para avaliar a REAL causa da sua queda de cabelos e, com isso, prescrever o tratamento mais adequado para o seu caso!

Consulte sempre o seu dermatologista!!!

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ESTRIAS – Você sofre com elas?

Estrias são condições cutâneas bem conhecidas e comuns, associadas ao estiramento contínuo e progressivo da pele. Incidem em 5 a 35 % da população, sendo que atingem as mulheres cerca de 2,5 vezes mais que os homens.

O aparecimento de estrias é mais observado em pessoas obesas, na gravidez, perda de e no ganho peso rápido, nas síndromes de Cushing e de Marfan e em terapias prolongadas com corticosteróides ou sua aplicação tópica. As estrias sofrem uma evolução clínica reconhecida similar àquela envolvida na formação da cicatriz. Inicialmente, elas surgem em tiras, com diferentes formatos (retilíneo, curvilíneo, formato em “S”, zigue-zague ou espiralado), dispostas paralelamente entre si, com coloração rosa a violácea e sem depressão superficial notável. Um sinal subjetivo típico desta fase é a coceira. Leia mais